Uma das principais questões que se apresenta diante da
Educação Inclusiva é a formação docente, a formação do pedagogo, sua preparação
para receber alunos com necessidades especiais na realidade da sala de aula.
Por conta disso, aprender a trabalhar com a inclusão é um
desafio para os docentes e para a
Escola de modo geral, que necessitam criar meios para aprender a
trabalhar com perspectiva. Assim, o professor, cuja função é ensinar, tem
também a necessidade de aprender.
Na docência, este quadro não é diferente, o pedagogo tem que
focar a aprendizagem permanente, estruturar seus saberes e consolidar sua
trajetória. Porque ela é permanente, se faz de diversas formas, e é adquirida
em lugares distintos.
Segundo Tardif (2002), essa concepção de formação que o
professor traz remete à aquisição dos saberes a qual apresenta fontes de
aquisição relacionadas à história de vida, à família, à escola, às instituições
formadoras, aos materiais didáticos e à prática.
De acordo com essa tipologia os saberes dos professores
possuem várias fontes de aquisição e diferentes modos de integração no trabalho
docente.
Os saberes dos docentes que trabalham com a inclusão estão
relacionados principalmente aos saberes pessoais e aos saberes provenientes de
sua própria experiência, os quais têm origem na família, na educação no sentido
lato, no ambiente de vida, na prática do ofício na escola e na sala de aula,
bem como na experiência com os pares.
De acordo com Pereira (2000), a discussão sobre formação de
professores, vem sendo feita e passou a ser destaque das principais
conferências e seminários sobre educação no país, a partir do final da década
de 70 e início dos anos 80, quando estava em discussão, em âmbito nacional, a
reformulação dos cursos de Pedagogia e licenciaturas.
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