sábado, 30 de maio de 2015

Espaços educativos inclusivos: a atuação do pedagogo

Uma das principais questões que se apresenta diante da Educação Inclusiva é a formação docente, a formação do pedagogo, sua preparação para receber alunos com necessidades especiais na realidade da sala de aula.
Por conta disso, aprender a trabalhar com a inclusão é um desafio para os docentes e para a   Escola de modo geral, que necessitam criar meios para aprender a trabalhar com perspectiva. Assim, o professor, cuja função é ensinar, tem também a necessidade de aprender.
Na docência, este quadro não é diferente, o pedagogo tem que focar a aprendizagem permanente, estruturar seus saberes e consolidar sua trajetória. Porque ela é permanente, se faz de diversas formas, e é adquirida em lugares distintos.
Segundo Tardif (2002), essa concepção de formação que o professor traz remete à aquisição dos saberes a qual apresenta fontes de aquisição relacionadas à história de vida, à família, à escola, às instituições formadoras, aos materiais didáticos e à prática.
De acordo com essa tipologia os saberes dos professores possuem várias fontes de aquisição e diferentes modos de integração no trabalho docente.
Os saberes dos docentes que trabalham com a inclusão estão relacionados principalmente aos saberes pessoais e aos saberes provenientes de sua própria experiência, os quais têm origem na família, na educação no sentido lato, no ambiente de vida, na prática do ofício na escola e na sala de aula, bem como na experiência com os pares.

De acordo com Pereira (2000), a discussão sobre formação de professores, vem sendo feita e passou a ser destaque das principais conferências e seminários sobre educação no país, a partir do final da década de 70 e início dos anos 80, quando estava em discussão, em âmbito nacional, a reformulação dos cursos de Pedagogia e licenciaturas. 

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